CARPE DIEN

domingo, 17 de fevereiro de 2019

1AS SÉRIES – TRABALHO DE GEOGRAFIA - ELEMENTOS DO MAPA - 1o BIMESTRE 2019



ENTREGA DEFINIDA - ENTRE OS DIAS 12 E 15 DE MARÇO 2019 VALENDO ATÉ 3,0 - OS TRABALHOS ENTREGUES APÓS A DATA ESTIPULADA VALEM A METADE DA NOTA


TEXTO DE APOIO E CONTEÚDO DE AVALIAÇÃO




TRABALHO 



MANUSCRITO NA FOLHA ALMAÇO 

- SELECIONAR PALAVRAS CHAVES E FAZER SÍNTESE,  COM O AUXÍLIO DAS PALAVRAS-CHAVES (Significado de Palavra-chave: substantivo feminino

Palavra que descomplica, elucidando o significado de uma situação, circunstância: inovar é a palavra-chave quando se discute competitividade.
Refere-se à palavra que relaciona elementos correspondentes, ou de uma mesma área, facilitando a busca por um assunto específico).


INSTRUÇÕES:


ATÉ 3,0 NA MÉDIA DO 
1o BIMESTRE

TRABALHO INDIVIDUAL

CAPA PADRÃO ABNT

LEIA O TEXTO DE APOIO E FAÇA UMA LISTAS COM AS PALAVRAS-CHAVE ( QUE DEVERAM ESTAR NO TRABALHO).

FAÇA UM RELATÓRIO EXPLICANDO  OS TEXTOS (DICA - PARAGRAFO POR PARAGRAFO)

COLOQUEM  A ROSA-DOS-VENTOS (completa) E OS MAPAS,NECESSÁRIOS PARA ILUSTRAR A EXPLICAÇÃO

OS MAPAS, PODEM SER DESENHADOS, IMPRESSOS OU COLADOS A PARTIR DE UM LIVRO ANTIGO DE GEOGRAFIA


A APRESENTAÇÃO É EM FOLHA ALMAÇO MANUSCRITA





TEXTO DE APOIO PARA O TRABALHO DE GEOGRAFIA PARA
1ª série



Uma das primeiras coisas em que pensamos na hora de viajar é num bom mapa da região a ser visitada ou das estradas que vamos percorrer.

Em nosso dia-a-dia na cidade também usamos mapas e guias para encontrar ruas e bairros. Os mapas nos auxiliam a localizar qualquer porção da superfície da Terra, facilitando a nossa orientação no espaço geográfico.



MEMORIZAR ESTA ROSA-DOS-VENTOS




IMAGEM 1

O conhecimento das coordenadas geográficas e dos pontos cardeais é indispensável para a elaboração dos mapas, que são representações planas da superfície terrestre. Este é o maior problema da cartografia: representar uma superfície esférica em um plano. Como a esfera não é planificável, a representação nunca será perfeita.

 Teremos sempre algumas deformações, seja em relação às distâncias entre os continentes, seja em relação às áreas de países e oceanos. Na verdade, a melhor maneira de representar a Terra é o globo terrestre, por causa de sua forma esférica. Porém os mapas são muito mais fáceis de manusear e têm a vantagem de representar áreas pequenas com detalhes.

 As projeções permitem representar uma superfície esférica (a Terra) em uma superfície plana (o mapa) com menores distorções do que aquelas provocadas com o simples achatamento da esfera.




IMAGEM 2

 Cartografia, A Arte Ou Ciência De Fazer Mapas Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), a "arte (ou ciência} de levantamento, construção e edição de mapas e cartas de qualquer natureza" recebe a denominação de cartografia.

A elaboração de mapas começou na Antiguidade. O mapa mais antigo do mundo foi encontrado na Mesopotâmia, onde é hoje o Iraque, de Saddam Hussein. Anaximandro (610 a.C-547 a.C.}, discípulo de Tales de Mileto, é considerado o primeiro cartógrafo. Em seu mapa, a Terra estava solta no espaço e não havia referência à sua forma. A partir do século XVI, época das Grandes Navegações, mapas traçados com maior precisão passaram a desvendar caminhos para os exploradores europeus, pois representavam o mundo de uma maneira mais próxima do real. O avanço tecnológico permitiu um grande progresso e muita precisão na elaboração de mapas. As técnicas usadas antigamente foram acrescentadas várias outras, como o uso de aviões para tomadas fotográficas aéreas, imagens de satélites artificiais e computadores. A partir do processamento e da análise dessas imagens, é possível elaborar vários tipos de mapas. Hoje, podemos obter imagens tridimensionais da superfície da Terra. Daí os mapas estarem cada vez mais precisos.



IMAGEM 3


Entre os inúmeros recursos utilizados pela cartografia, destacaremos; a aerofotogrametria, o sensoriamento remoto e o geoprocessamento (GIS -Geográfica Informativo System ou, traduzindo para o português, SIG - Sistema de Informação Geográfica).

 Apesar de todas essas facilidades, não podemos nos esquecer de que, para ter sucesso, é preciso complementar o trabalho com dados obtidos em uma eficiente pesquisa de campo no local cartografado.


Classificação dos mapas ou cartas De acordo com a escala, os mapas ou cartas podem ser:

• Cartas cadastrais ou plantas. Quando se destinam à representação de pequenas áreas, cidades, bairros, fazendas, conjuntos residenciais etc., porém com elevado grau de detalhamento e de precisão. É o caso de plantas urbanas, de grande utilidade para as autoridades governamentais na administração (cadastramento) e planejamentos urbanos. São cartas de grande escala, normalmente de 1:500 até 1:10.000.

• Mapas ou cartas topográficas. Quando mostram a características ou os elementos naturais e artificiais da paisagem com um certo grau de precisão ou de detalhamento parte de uma região ou estado. São de média escala mostrando relevo, acidentes naturais, obras realizadas pelo homem escala, normalmente de 1:25.000 a 1:250.000.


• Mapas ou cartas geográficas. Quando mostram as características ou elementos geográficos gerais de uma ou mais regiões, país ou continente ou mesmo do mundo, o que exige o emprego de escalas pequenas (de 1:500.000 a 1:1.000.000 ou menos).



IMAGEM 4

Coordenadas Geográficas: Paralelos e Meridianos

O movimento de rotação da Terra ao redor de seu eixo proporciona dois pontos naturais - os polos - nos quais está baseada a chamada rede geográfica, que consiste em linhas destinadas a fixar a posição dos pontos da superfície. A rede geográfica consta de um conjunto de linhas traçadas de norte a sul unindo os polos - os meridianos - e um conjunto de linhas traçadas de leste a oeste paralelas ao equador - os paralelos.


Meridianos: Todos os meridianos são semicírculos máximos, cujos extremos coincidem com os polos norte e sul da Terra. Ainda que seja correto que o conjunto de dois meridianos opostos constituam um círculo máximo completo, é conveniente recordar que um meridiano é só um semicírculo máximo, e que é um arco de 180º. Outras características dos meridianos são:

1. Todas as linhas imaginárias de meridiano tem direção norte-sul;

2. Os meridianos têm sua máxima separação no equador e convergem em direção aos dois pontos comuns nos polos norte e sul;

3. O número de meridianos que se pode traçar sobre o globo é infinito. Assim pois, existe um meridiano para qualquer ponto do globo. Para sua representação em mapas os meridianos se selecionam separados por distâncias iguais adequadas.


Paralelos: As linhas imaginárias de paralelos são círculos menores completos, obtidos pela intersecção do globo terráqueo com planos paralelos ao equador. Possuem as seguintes características:

1. As linhas imaginárias de paralelos são sempre paralelos entre si. Ainda que sejam linhas circulares, sua separação é constante.

2. As linhas imaginárias de paralelos vão sempre em direção leste-oeste.

3. As linhas imaginárias de paralelos cortam os meridianos formando ângulos retos (90 graus). Isto é, correto para qualquer lugar do globo, exceto para os pólos, uma vez que neles a curvatura dos paralelos é muito acentuada.

4. As linhas imaginárias de paralelos, com exceção do equador, são círculos menores. O equador é um círculo máximo completo.

5. O número de paralelos que se pode traçar sobre o globo é infinito. Por conseguinte, qualquer ponto do globo, com exceção do polo norte e do polo sul, está situado sobre um paralelo.




IMAGEM 5

Longitude: A longitude de um lugar pode definir-se como o arco de paralelo, medido em graus, entre tal lugar e o meridiano principal. Está quase universalmente aceito como meridiano principal o que passa pelo Observatório de Greenwich, perto de Londres, a que frequentemente se designa como meridiano de Greenwich. A este meridiano corresponde a longitude 0º.

A longitude de qualquer ponto dado sobre o globo é medida na direção leste ou oeste a partir deste meridiano, pelo caminho mais curto. Portanto, a longitude deve oscilar entre zero e 180 graus, tanto a leste quanto a oeste de Greenwich.


Conhecendo-se somente a longitude de um ponto não podemos determinar sua situação exata, porque o mesmo valor da longitude corresponde a todo um meridiano.


Latitude: A latitude de um lugar pode ser definida como o arco de meridiano, medido em graus, entre o lugar considerado e o equador. Portanto, a latitude pode oscilar entre 0 º no equador até 90 graus norte ou sul nos pólos. Exemplo: 34º10'31" N, pode ler-se "latitude 34 graus, 10 minutos e 31 segundos norte".



Elementos de um mapa


A confecção de um mapa é uma tarefa de certa complexidade. Abrange um conjunto de operações que vão desde os levantamentos no próprio terreno e a análise de documentação (fotos aéreas, por exemplo) até o estudo de expressões gráficas (legendas etc.) e outros aspectos. Os mapas modernos são elaborados com o auxílio de instrumentos e recursos muito avançados, tais como fotografias aéreas, satélites artificiais e computadores.

Os elementos de um mapa são:

- título
O título, que por vezes vem acompanhado de um subtítulo, é o indicador do tema retratado, quando se trata de um mapa temático. Em mapas históricos, o título também costuma indicar o ano ou período do espaço representado.


- orientação

Orientação Mostra a direção e a localização por meio da rosa dos ventos ou de um ícone que indica o norte (esses desenhos nem sempre estão explícitos)

- legenda

Legenda de um Mapa serve de Orientação. Para que o mapa seja simples de ler e facilmente compreensível, várias cores e símbolos são utilizados. Não é possível representar no mapa todas as características e objetos do terreno, senão teria demasiados pormenores e tornar-se-ia difícil de ler.

- escala, como o mapa é infinitamente menor que a Terra necessitamos de uma escala para indicar a proporção entre o mapa e nosso Planeta.

- projeções cartográficas, formas de representação para representar mais real possível, a Terra em um mapa.

- fonte, Indica a origem dos dados apresentados e a data a que se referem.


Escala: Como o mapa é infinitamente menor que a Terra, necessitamos de uma escala para indicar a proporção entre ele e o nosso planeta. A escala nos informa quantas vezes o objeto real (no caso a Terra ou parte dela) foi reduzido em relação ao mapa. Em outras palavras, escala é a relação entre a distância ou comprimento no mapa e a distância correspondente na Terra. Por exemplo: um mapa do Brasil na escala 1:5.000.000 significa que as distâncias (ou proporções) reais do Brasil sofreram uma redução de 5 milhões de vezes em relação ao mapa, ou seja, nessa escala 1 cm no mapa corresponde a 5 milhões de cm (ou 50 km) no lugar real.

Entretanto devemos lembrar que quanto maior for a escala, maior a riqueza de detalhes. A mostra o Brasil em três escalas diferentes. Nesse caso, quanto menor for a escala, menor o tamanho do mapa e consequentemente menor a riqueza de detalhes. Existem os seguintes tipos de escalas:

• Numérica. Trata-se de uma fração ou proporção que estabelece a relação entre a distância ou comprimento no mapa e a distância correspondente no terreno.

Por exemplo: se um determinado mapa estiver na escala 1:200.000 (um por duzentos mil), isso significa que, 1 cm no mapa é igual a 200 mil cm no terreno.

IMAGEM 6

A escala numérica pode ser apresentada de três formas diferentes:
1 ou 1:200.000 ou 1/200.000


• Gráfica. Apresenta-se sob a forma de segmento de reta graduado. Por exemplo:
0 km 200km 400km 600km 800km 1.000km Nesse caso a reta foi seccionada em cinco partes iguais, cada uma medindo 1 cm. Significa que cada uma das partes no mapa (1 cm) corresponde 20.000.000 cm ou 200 km no terreno real. Com um simples olhar, não há como sabermos a proporção com que o mapa foi desenhado.


Por isso usamos a escala. • 1:1000000 • 1:500000 • 1:250000 • 1:100000 • 1:50000


Estas escalas, em geral, são utilizadas em grandes mapas de caráter regional, incluindo desde países inteiros até porções de estados em países de escalas continentais, como o Brasil.


Escalas maiores são usadas para trabalhos de detalhe, como mapeamento de corpos mineralizados, estudos de precisão. Sendo estas: 1:25000; 1:10000; 1:2500, além de outras de maior detalhe.

São muito usadas na Geografia, Geologia, Engenharia de Minas e demais ramos que necessitam de mapas para seus estudos. São também utilizadas para determinação de bacias hidrográficas em obras de engenharia civil. Desde grandes barragens até obras de macrodrenagem urbana têm seu início com estudos em cartas cartográficas.


A escala pode ser definida pela formula:E = d D •E é escala; •D é distância real; •d é distância na projeção.




- projeções cartográficas,


Projeção cartográfica é a representação de uma superfície esférica (a Terra) num plano (o mapa).


O grande problema da cartografia consiste em ter de representar uma superfície esférica num plano.

Assim, sempre que achatarmos uma esfera para colocá-la em um plano, mas sempre ela sofrerá alterações ou deformações.


Isso quer dizer que todas as projeções apresentam deformações, que podem ser em relação às distâncias, às áreas ou aos ângulos. Assim, cabe ao cartógrafo escolher o tipo de projeção que melhor atenda aos objetivos do mapa.


A maior parte das projeções hoje existentes deriva dos três tipos ou métodos originais, a saber: cilíndricas, cônicas e planas ou azimutais.


A projeção cilíndrica resulta da projeção dos paralelos e meridianos sobre um cilindro envolvente, que é posteriormente desenvolvido (planificado).



IMAGEM 6
Esse tipo de projeção:

• projeção cilíndrica acarreta um crescimento (deformação) exagerado das regiões de elevadas latitudes (polos);


• é o mais utilizado para a representação total da Terra (mapas-múndi).



A projeção cônica resulta da projeção do globo terrestre sobre um cone, que posteriormente é planificado. Esse tipo de projeção:





A projeção plana ou azimutal resulta da projeção da superfície terrestre sobre um plano a partir de um determinado ponto (ponto de vista).



Vejamos, a seguir, alguns dos mais conhecidos tipos de projeção cartográfica.


Projeção de Mercátor



Nessa projeção de Projeção de Mercátor
, os paralelos e os meridianos são linhas retas que se cruzam formando ângulos retos. Pertence ao tipo chamado conforme, porque não deforma os ângulos. Em compensação, as áreas extensas ou situadas em latitudes elevadas aparecem nos mapas com dimensões exageradamente ampliada.

Projeção Bertin




Já na projeção Bertin (1950), que mantém uma relação de fidelidade com as superfícies dos continentes, a grade de coordenadas não possui uma configuração perpendicular, pois todos os meridianos se dirigem, formando curvas, para uma representação do polo que se encontra no meio do mapa. Logo, para indicar o Norte seria preciso colocar tantas setas quantos fosse o número de meridianos (vide mapa abaixo), o que é desnecessário visto a clareza da posição polar.


Projeção Buckminster



Trata-se de uma projeção cuja centragem é no polo norte (as centragens podem variar) e que favorece a manutenção das formas e das proporcionalidades das terras emersas em detrimento dos oceanos. Quando esse autor criou essa projeção ele subverteu a visão convencional de um Norte e de um Sul, o que permitiria uma apreensão de um mundo “menos” hierarquizado.


PROJEÇÃO DE PETERS




A projeção de Peters também é conhecida pelo nome de projeção de Gall-Peters, considerando que embora o geógrafo Arno Peters tenha sido essencial na formatação e difusão dessa projeção, a ideia original da mesma foi de James Gall que foi sumariamente ignorado em sua época.



A projeção de Peters é considerada por muitos como a principal concorrente da tradicional projeção de Mercator, embora ambas sejam projeções cilíndricas, o que significa que elas foram feitas como se o globo terrestre estivesse envolvido por um imenso cilindro, cilindro este que toca o globo nas áreas de baixa latitude, ou seja aquelas que estão próximas da linha do Equador. Sendo a Terra aberta, de dentro para fora, com as áreas que anteriormente não tinham contato com o cilindro passando a ter contato com ele e transformando toda a Terra em um grande cilindro, que em seguida recebe um corte no sentido Norte-Sul, permitindo que o que estava no cilindro seja aberto para ser colocado em uma forma plana.



Símbolos ou convenções cartográficas


Considerando-se que o mapa é uma representação da realidade, o cartógrafo recorre a símbolos e convenções que auxiliam na leitura ou interpretação dos mapas. Os símbolos são, portanto, a linguagem visual dos mapas.

CORES

Quanto às cores, as principais convenções são as seguintes:

- azul (hidrografia);

- verde (vegetação);

- castanho (relevo e solos);

- preto ou vermelho (acidentes geográficos artificiais, como rodovias, ferrovias etc.).

Tipos de Mapas


Função Do Mapa (nome)

- Mapas quantitativos

 Mostram quantidade

- Mapas ordenados

Põem ordem nos fenômenos, separam os fenômenos

- Mapas qualitativos

Mostram movimentos entre as localidades diferentes

- Mapas de fluxos

O fenômeno é a própria medida básica do mapa – Anamorfose










Erros cartográficos

A grande maioria dos mapas publicados contém erros cartográficos sérios. Ou geram visões problemáticas, ou pouco transmitem. E isso é esperado, visto que essa “inundação de mapas” tem como protagonistas um número muito grande de pessoas que entendem do programa de computador que faz o mapa, mas não conhecem a linguagem gráfica e a Cartografia.


Um exemplo singelo: para mostrarmos a distribuição geográfica de um fenômeno, digamos, a alfabetização, vamos usar índices de alfabetização por município no Estado de São Paulo. É razoável introduzir a informação no mapa preenchendo cada município com tonalidades de uma mesma cor (da mais escura para a mais clara). A mais escuras os maiores índices e as menores taxas com tonalidades mais claras. Quando vemos um mapa que usa tonalidades da mesma cor, sem parar para pensar, nossa percepção indica que a tonalidade mais escura (mais pigmentação) representa a maior intensidade do fenômeno, e a tonalidade mais clara, a quase ausência. Caso isso seja invertido, ou então, escolhidos cores diferentes e arbitrárias, haverá uma confusão na nossa percepção, pois o que teremos diante dos nossos olhos será uma falsa imagem.

sábado, 9 de fevereiro de 2019

ATIVIDADE DE GEOGRAFIA NA SEMANA DE 05 A 08 FEVEREIRO


ESTA ATIVIDADE É INDIVIDUAL E VALE DE 0,0 ATÉ 2,0 NA MEDIA DO
 1o BIMESTRE 2019


ESCOLHA IMAGENS ( NO MÍNIMO 6) QUE POSSA ME EXPLICAR, ONDE VOCÊ AS RELACIONA COM O MUNDO DA GEOGRAFIA.

INSTRUÇÕES:

COLE EM APENAS UM DOS LADOS DA FOLHA SULFITE, DE PREFERÊNCIA, 6 IMAGENS QUE VOCÊ RELACIONA COM GEOGRAFIA, E NUMERE ESTAS IMAGENS.


NO VERSO DA FOLHA SULFITE (LADO EM BRANCO) SE IDENTIFIQUE COM NOME COMPLETO, NUMERO, TURMA E DATA.


DE ACORDO COM O NÚMERO DA IMAGEM VOCÊ VAI EXPLICANDO CADA RELAÇÃO COM A GEOGRAFIA


BOM TARABALHO !

domingo, 3 de fevereiro de 2019







BEM VINDOS À GEOGRAFIA NESTE 2019

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

CALENDARIO DE APRESENTAÇÃO DO CADERNO DO ALUNO DA SITUAÇÃO 05 ATÉ O FINAL E AVALIAÇÕES DE GEOGRAFIA DO 4º BIMESTRE 2018




CALENDARIO DE APRESENTAÇÃO DO CADERNO DO ALUNO VOLUME 02 DA SITUAÇÃO 05 ATÉ O FINAL E AVALIAÇÕES DE GEOGRAFIA DO 4º BIMESTRE 2018







SÉRIE


TURMA

DATA DA PROVA
DATA DA APOSTILA ATÉ

1ª SÉRIES


1A, 1B e 1C

29 DE NOVEMBRO 5ª FEIRA

22 DE NOV
 5ª FEIRA

2ª SÉRIES


2D e 2E


28 DE NOVEMBRO 4ª FEIRA

21 DE NOV
 4ª FEIRA

2A, 2B e 2C


30 DE NOVEMBRO 6ª FEIRA

23 DE NOV
6ª FEIRA

3ª SÉRIES


3A E 3B


29 DE NOVEMBRO 5ª FEIRA

22 DE NOV
 5ª FEIRA

3C e 3D


30 DE NOVEMBRO 6ª FEIRA

23 DE NOV
6ª FEIRA

terça-feira, 2 de outubro de 2018

3as SÉRIES GEOGRAFIA SIT 05, 06, 07, 08 E 09 TEXTO DE APOIO 4o BIMESTRE



3AS SÉRIES

 
GEOGRAFIA - SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM
 05 - OS FLUXOS DE TRANSPORTE MATERIAIS E IMATERIAIS

Ao longo do século xx, os meios de transporte passaram a ser mais rápidos encurtando as distancias entre os continentes, já que no inicio deste mesmo século o transporte de mercadorias era realizado por navios que faziam o percurso entre Londres e Nova Iorque em sete dias, porem já no ano de 2003 com o avanço tecnológico era possível realizar essa mesma viagem em um avião supersônico em 3 horas e meia, esse avanço teve um papel fundamental ao ampliar as redes de comercio mundial com a distribuição de produtos pelo mundo. Produtos feitos na China, por exemplo: são embarcados e vendidos no Brasil, França e no Paraguai simultaneamente. Os meios de transporte, o comercio e a distribuição de mercadorias representam exemplos de fluxos materiais, já que possuem materialidade e volume. Na atualidade, o avanço das tecnologias da comunicação e da informação delineou uma variedade de novos sistemas responsáveis para dar corpo aos denominados fluxos imateriais, essa imaterialidade manifesta-se pela enorme diversidade de transações feitas por meio da telefonia e internet, que podem ser considerados os verdadeiros tecidos de nossas vidas, pois atualmente a tecnologia da informação provocou mudanças tão significativas quanto a eletricidade o fez na era industrial. Ao analisar as dinâmicas desses fluxos chegamos a conclusão que há uma interdependência total entre esses inúmeros sistemas, como por exemplo: podemos assegurar que uma parcela considerável da logística dos sistemas de transporte e distribuição de mercadorias esta intimamente ligada as redes de conexão on-line, dessa forma é possível afirmar que os fluxos materiais e imateriais ligam-se a mesma teia que disponibiliza uma enorme variedade de transações, tanto econômicas quanto culturais.



GEOGRAFIA - SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM - 06 - MEIO TECNICO-CIENTÍFICO-INFORMACIONAL

Em muitos casos os termos “técnica e tecnologia” são usados como sinônimos, porém, eles não são a mesma coisa, a técnica no seu sentido estará restrito há habilidades manuais, já a tecnologia sugere o pensamento organizado sobre as técnicas. Para o historiador brasileiro Rui Gama, a tecnologia pode ser considerada uma forma cientifica de sistematizar os conhecimentos relacionados ás técnicas, de uma forma resumida, as técnicas são um saber fazer aprendido na pratica e transmitido de geração a geração ao longo da vida cotidiana, enquanto as tecnologias representam um saber vinculado a ciência moderna. O conhecimento global do planeta é um dos aspectos- chave na virada do século, ela se harmoniza com outros elementos da nossa época como a globalização marcada pela transnacionalização dos setores hegemônicos da economia e dos territórios (espaços globalizados). Após a segunda guerra mundial por intermédio das empresas transnacionais e alguns países, valores máciços de capitais são investidos na pesquisa cientifica, o sistema produtivo  global  baseados nas tecnologias modernas impõe uma organização do espaço geográfico com grande conteúdo técnico-cientifico


 
GEOGRAFIA - SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM - 07 - OS FLUXOS DE INFORMAÇÃO

Assim como os meios de transporte ampliaram os fluxos de mercadorias, outro setor contribuiu de modo decisivo para a ampliação dos fluxos de informação. Em meados do século XX, as famílias se reuniam em volta do radio para ouvir as noticias e últimos sucessos musicais, com o surgimento da televisão muita coisa mudou. Em 1969 o Brasil foi integrado ao sistema mundial de comunicações por satélite permitindo  a muitos brasileiros acompanhar a chegada do homem a lua, de lá pra cá, a evolução das transmissões tornou-se tão surpreendente que o mundo pode acompanhar  on-line a tragédia que ocorreu no 11 de setembro de 2001 quando um comando terrorista lançou Aviões contra as torres gêmeas em Nova Iorque e no edifício do Pentágono em Washington, nos Estados Unidos. Por outro lado é importante ressaltar que uma parte significativa da população mundial ainda não tem acesso a meios de comunicação, a desigualdade também pode ser constatada se levar em conta o relatório do programa nacional das nações unidas para o desenvolvimento de 1999. As barreiras geográficas podem ter caído para as comunicações, mas emergiram para uma nova barreira, uma barreira invisível que é como a ampla rede mundial de computadores envolve os que estão ligados a ela e, silenciosamente exclui o resto.
 Assim como os meios de transporte ampliaram os fluxos de mercadorias, outro setor contribuiu de modo decisivo para a ampliação dos fluxos de informação. Em meados do século XX, as famílias se reuniam em volta do radio para ouvir as noticias e últimos sucessos musicais, com o surgimento da televisão muita coisa mudou. Em 1969 o Brasil foi integrado ao sistema mundial de comunicações por satélite permitindo  a muitos brasileiros acompanhar a chegada do homem a lua, de lá pra cá, a evolução das transmissões tornou-se tão surpreendente que o mundo pode acompanhar  on-line a tragédia que ocorreu no 11 de setembro de 2001 quando um comando terrorista lançou Aviões contra as torres gêmeas em Nova Iorque e no edifício do Pentágono em Washington, nos Estados Unidos. Por outro lado é importante ressaltar que uma parte significativa da população mundial ainda não tem acesso a meios de comunicação, a desigualdade também pode ser constatada se levar em conta o relatório do programa nacional das nações unidas para o desenvolvimento de 1999. As barreiras geográficas podem ter caído para as comunicações, mas emergiram para uma nova barreira, uma barreira invisível que é como a ampla rede mundial de computadores envolve os que estão ligados a ela e, silenciosamente exclui o resto.


GEOGRAFIA - SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM - O8 - AS CIDADES GLOBAIS

Uma das primeiras tentativas para definir, categorizar e classificar as cidades globais foi realizada a partir, (1998) de acordo com essa categorização, são quatro as principais atividades que demostram a força de cada cidade global: Os bancos, a bolsa de valores, as empresas de publicidade, firmas de consultoria e seguros e os centros de pesquisa. Todas as cidades que não possuem empresas desses setores em seu meio urbano ou que tem apenas um ou outro dos setores desenvolvidos, não poderão ser considerados “cidades globais”, estando fora da rede de fluxo que hoje comanda as atividades mundiais.



GEOGRAFIA - SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM - 09 - A GLOBALIZAÇÃO DO CRIME

Brasília, o fenômeno da globalização reflete em setores que vão além da economia mundial passando, inclusive, por atividades ilícitas, a avaliação foi feita pelo diretor geral da PF ao falar sobre o treinamento policial unificado entre países da América do Sul para reduzir o trafico de drogas para o continente europeu. A movimentação hoje esta facilitada no mundo, as barreiras e fronteiras foram minimizadas, o diretor reforçou que, a medida que o pais melhora suas relações comerciais e a capacidade de transporte, não só de pessoas, mas também do próprio comércio legal as facilidades tendem a ser utilizadas  pelo crime organizado. Ao todo 350 alunos incluindo os aprovados do ultimo concurso da PF e 32 estrangeiros foram divididos em nove turmas, o curso tem como objetivo reduzir a rota do trafico de drogas que sai da América do sul rumo a Europa, passando por países do continente africano. Desde 2005, cerca de trinta e três toneladas de cocaína foram apreendidas no oeste da África.

AGRADECIMENTOS AO PROFESSOR DAVY SANTOS